Edson Santos

Professor e coreógrafo de jazz e suas linhas,responsável pela direção artística e coreografias da Cia Independente de Dança de SP.

Por treze anos, foi bailarino e assistente de coreografia de Roseli Rodrigues pela Raça Cia de Dança de SP e coordenador de dança do Instituto Gustavo Gomes de Guarulhos e do Grupo Raça Centro de Artes.

Por três vezes, foi contemplado com o Prêmio Guarulhos Cultural por seus trabalhos com a dança e premiado como Coreógrafo Revelação dosFestivais de Dança de Joinville em 2011, Melhor Coreografo no Passo de Arte Internacional eno Gran Latino de La Danza, realizado em Córdoba – Argentina.

Foi depoente/palestrante no III Encontro dos Profissionais da Dança, realizado pelo Instituto de Dança da Universidade Anhembi Morumbi, sob o tema “Concepção Coreográfica”.

Foi professor convidado no IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE JAZZ, realizado na cidade de Indaiatuba/SP e mediadordo Encontro de Dança de Guarulhos 2013 e 2014, realizado pela Secretaria Municipal deCultura.

Atualmente, ministra workshops de jazz dance em importantes Festivais e escolas de dança do país e do exterior, além de ser um dos responsáveis pelo Primeiro Curso de Capacitação de Professores em Jazz Dance do país, em parceria com a Oficina Corpo e Arte de São Paulo.

Workshop Jazz e suas linhas

 Suas aulas tem como foco proporcionar aos alunos uma vivência da dança com destaque para o contato com o próprio corpo, a percepção dos movimentos naturais e, principalmente, a experimentação do estilo jazz com suas diferentes linhas e seu envolvimento com outras técnicas conhecidas.
 Como características, seu trabalho destaca: os movimentos fluídos, contínuos, o deslocamento fora de eixo ( movimento em que desloca-se o centro pélvico da posição anatômica) e sempre trabalhar com dois pontos de tensão no corpo ou no espaço para que seja executado um movimento como um espreguiçar buscando sempre alcançar estes extremos.
 Como toda aula de jazz, trabalha com: transferência, locomoções, giros, saltos, quedas, técnica de isolamento dos segmentos corporais e utilização de formas angulares, amplitude nos movimentos de tronco e quadril, técnicas de oposição e explosão de movimentos, além de, trabalhar a interpretação. Para isso, faz uso de sequências de barras e centro coreografados, sequencias livres e sequencias realizadas em duplas.

Com resultados sempre satisfatórios, a formação de bailarinos prontos para o palco tornou-se uma rotina de trabalho.

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